PIB do país asiático cresce 11,1% no primeiro semestre e pode ter superado o Japão, ficando atrás apenas dos Estados Unidos
A China anunciou ontem que superou o Japão e assumiu o posto de segunda maior economia do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. As declarações foram feitas pelo vice-presidente do Banco Central da China, Yi Gang, em entrevista à revista China Reform.
Entretanto, Gang não explicou como chegou a essa conclusão, já que os resultados do Produto Interno Bruto (PIB) do Japão só serão divulgados em meados de agosto. Em 2009, o PIB da China era de US$ 4,9 trilhões, 3% menor do que o do Japão, de US$ 5,06 trilhões, e três vezes menor do que o dos EUA.
O PIB chinês cresceu 11,1% nos primeiros seis meses deste ano em relação a igual período do ano passado, chegando a US$ 2,55 trilhões. A expansão do país vem registrando média anual de mais de 9,5% desde 1978, quando adotou reformas econômicas.
– A China já é agora, de fato, a segunda maior economia do mundo – disse Gang.
A ultrapassagem em relação ao Japão já é aventada desde o início do ano. Segundo o coordenador da Global Academy da Fundação Getulio Vargas (FGV), Yann Duzert, o acelerado fôlego da economia chinesa e as dificuldades enfrentadas pelo Japão explicam a possível superação:
– O Japão é um país de população envelhecida, que viveu intensamente os efeitos da crise econômica e por isso perdeu competitividade. Já a China apresenta maior dinamismo econômico, população jovem, mão de obra barata e potencial para exportações.
Duzert afirma ainda que a China tornou-se a fábrica do mundo enquanto o Japão não se adaptou a uma sociedade rápida e moderna, além de ter enfrentado a concorrência de players internacionais como Europa, Estados Unidos e Brasil.
Projeções do Goldman Sachs indicam que a economia chinesa poderá superar também os Estados Unidos e se tornar líder global, por volta de 2025. Segundo Duzert, a previsão se concretizará no que diz respeito ao PIB, porém em termos de desenvolvimento humano, a China não irá ultrapassar os EUA nesse período.
– Não devemos avaliar o nível de desenvolvimento de um país apenas pelo que ele produz. Em termos de produção, a China certamente chegará lá. Porém o crescimento sustentável ainda é um desafio para a sociedade chinesa. São os excessos de uma sociedade que cresceu muito rápido – afirmou o especialista da FGV.
Entre as consequências da expansão chinesa está o aumento do mercado de consumo. Em menos de 10 anos, 300 milhões saíram da pobreza. Duzert avalia que o país asiático se tornará um grande mercado consumidor, e o desafio será promover o que chama de justo consumo.
– Não podemos entrar no excesso, explorar demais a natureza. Precisamos olhar, nos próximos 10 anos, como o planeta deve se responsabilizar pela entrada de cerca de 1 bilhão de consumidores no mercado – disse Duzert.
(Zero Hora, 31/07/2010)
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sábado, 31 de julho de 2010
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
China e Japão na disputa pelo posto de segunda economia do mundo
TÓQUIO — A China, que teve um crescimento robusto em 2009, parece estar a ponto de substituir um Japão debilitado pela recessão no prestigioso posto de segunda economia mundial atrás dos Estados Unidos, afirmam os analistas.
As duas grandes economias asiáticas devem terminar o ano passado praticamente igualadas.
No entanto, a China, cujo índice de crescimento em 2009 foi de 8,7% do PIB, se encontra bem situada para conquistar, a partir deste anos ou em 2011, esse título das mãos de seu vizinho.
O PIB chinês nominal (sem levar em conta a inflação) alcançou 33,5 trilhões de iuanes, ou seja, 4,9 trilhões de dólares, segundo estatística oficiais.
O Japão deve publicar suas cifras do PIB para 2009 no próximo dia 15 de fevereiro.
Em 2008, seu PIB nominal foi de 505,1 trilhões de ienes, ou seja, 5,5 trilhões de dólares.
Segundo as previsões dos economistas, o PIB japonês deve sofrer uma contração de cerca de 6% em 2009, o que deixará seu Produto Interno Bruto em 5,2 trilhões de dólares.
"De acordo com as cifras nominais, a economia japonesa e chinesa se encontram agora muito próximas uma da outra", comentou o especialista Yoshikiyo Shimamine, do Instituto de Estudos Daiichi Life.
Os analistas esperam que o crescimento chinês volte a ser forte em 2010, o que deve fazer este país alcançar o segundo lugar mundial em detrimento do Japão, que luta contra a deflação e o declive demográfico.
De qualquer maneira, as comparações entre as duas economias são complicadas por causa das oscilações das taxas cambiárias.
Nesse sentido, a ascensão da China ao segundo lugar mundial se veria favorecida pela fragilização do iene.
Em termos de PIB per capita, a China (1,3 bilhão de habitantes) se situa muito longe da do Japão (128 milhões de habitantes). Com 3.259 dólares por habitante, a China ocupa o posto 104 em nível mundial, enquanto que o Japão se encontra no 23o. lugar, com 38.457 dólares.
O Japão se converteu na segunda economia mundial atrás dos Estados Unidos em 1968, menos de um 25 anos depois de ter sido reduzido a cinzas no final da Segunda Guerra Mundial (1939-1945).
Depois de ter conseguido se recuperar da explosão da bolha especulativa imobiliária nos anos 90, a economia japonesa caiu de forma brutal na recessão de 2008 por causa da crise financeira mundial.
O PIB japonês começou a crescer de forma tímida no segundo trimestre de 2009, depois de um ano de queda vertiginosa.
(AFP, 22/01/2010)
As duas grandes economias asiáticas devem terminar o ano passado praticamente igualadas.
No entanto, a China, cujo índice de crescimento em 2009 foi de 8,7% do PIB, se encontra bem situada para conquistar, a partir deste anos ou em 2011, esse título das mãos de seu vizinho.
O PIB chinês nominal (sem levar em conta a inflação) alcançou 33,5 trilhões de iuanes, ou seja, 4,9 trilhões de dólares, segundo estatística oficiais.
O Japão deve publicar suas cifras do PIB para 2009 no próximo dia 15 de fevereiro.
Em 2008, seu PIB nominal foi de 505,1 trilhões de ienes, ou seja, 5,5 trilhões de dólares.
Segundo as previsões dos economistas, o PIB japonês deve sofrer uma contração de cerca de 6% em 2009, o que deixará seu Produto Interno Bruto em 5,2 trilhões de dólares.
"De acordo com as cifras nominais, a economia japonesa e chinesa se encontram agora muito próximas uma da outra", comentou o especialista Yoshikiyo Shimamine, do Instituto de Estudos Daiichi Life.
Os analistas esperam que o crescimento chinês volte a ser forte em 2010, o que deve fazer este país alcançar o segundo lugar mundial em detrimento do Japão, que luta contra a deflação e o declive demográfico.
De qualquer maneira, as comparações entre as duas economias são complicadas por causa das oscilações das taxas cambiárias.
Nesse sentido, a ascensão da China ao segundo lugar mundial se veria favorecida pela fragilização do iene.
Em termos de PIB per capita, a China (1,3 bilhão de habitantes) se situa muito longe da do Japão (128 milhões de habitantes). Com 3.259 dólares por habitante, a China ocupa o posto 104 em nível mundial, enquanto que o Japão se encontra no 23o. lugar, com 38.457 dólares.
O Japão se converteu na segunda economia mundial atrás dos Estados Unidos em 1968, menos de um 25 anos depois de ter sido reduzido a cinzas no final da Segunda Guerra Mundial (1939-1945).
Depois de ter conseguido se recuperar da explosão da bolha especulativa imobiliária nos anos 90, a economia japonesa caiu de forma brutal na recessão de 2008 por causa da crise financeira mundial.
O PIB japonês começou a crescer de forma tímida no segundo trimestre de 2009, depois de um ano de queda vertiginosa.
(AFP, 22/01/2010)
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Gigante aérea japonesa 'quebra' e anuncia programa de recuperação
Japan Airlines passará por reestruturação e terá nova administração.
Graças a ajuda de fundo do governo, empresa continuará voando.
A companhia aérea japonesa Japan Airlines (JAL), a maior da Ásia, apresentou nesta terça-feira (19) pedido de concordata em um tribunal de Tóquio, de acordo com a lei local de reabilitação corporativa, informou a agência "Kyodo".
Segundo a Reuters, a companhia acumulava um total em dívidas de 2,3 trilhões de ienes ( US$ 25,4 bilhões) até o final de setembro.
A concordata é um recurso legal que empresas utilizam quando não conseguem mais pagar suas dívidas para continuar em atividade. O pedido de concordata durante o processo de falência permite manter a empresa em funcionamento. Na falência, todas as atividades da empresa são encerradas.
A companhia, de acordo com agências internacionais, continuará voando graças ao apoio de quase 1 trilhão de ienes (US$ 11 bilhões) do Enterprise Turnaround Initiative Corp of Japan (Etic), fundo apoiado por recursos do governo e voltado a resgatar empresas.

A empresa, no entanto, deverá passar por uma profunda reestruturação, incluindo a formação de um novo conselho de administração. A Japan Airlines já foi socorrida pelo governo três vezes nos últimos dez anos.
A concordata da empresa é a sexta maior "quebra" da história do Japão após a Segunda Guerra Mundial, e a mais grave já registrada por uma companhia que não pertence ao setor financeiro.
O plano de reestruturação prevê que a JAL possa voltar aos números positivos no ano fiscal de 2011. Caso a estratégia não dê certo, os bens da companhia seriam postos à venda para garantir o ressarcimento de seus credores.
Está previsto que, por conta da quebra, as ações da JAL deixem de ser negociadas. Em apenas uma semana, os títulos perderam 90% de seu valor, até alcançar uma capitalização total de apenas US$ 150 milhões.
Influências
Para analistas, são muitas as razões que levaram a companhia à situação financeira em que se encontra. A administração da empresa tem frequentemente sido criticada: um diretor executivo deixou a companhia em 2005 depois de diversas falhas de segurança prejudicarem a imagem da JAL.
Além disso, a Japan Airlines enfrentou outros problemas relacionados à aviação mundial na última década, como o atentado de 11 de setembro de 2001, a gripe aviária, o aumento dos preços dos combustíveis e a crise financeira internacional. Na opinião do mercado, a ajuda do governo é a única razão pela qual ainda não foi à falência.
Demissões
Na semana passada, a empresa anunciou que cortaria cerca de 15.600 empregos, 30% do quadro de funcionários, para o pagamento de dívidas.
O corte de empregos, superior ao previsto anteriormente, deve acontecer até abril de 2013. Ele foi definido pelo fundo de investimento estatal responsável pelo plano de recuperação da JAL.
O Etic estima que a perda operacional da JAL chegará aos 265,1 bilhões de ienes.
(Com informações da Reuters, da AFP e da EFE)
(G1, 19/01/2010)
Graças a ajuda de fundo do governo, empresa continuará voando.
A companhia aérea japonesa Japan Airlines (JAL), a maior da Ásia, apresentou nesta terça-feira (19) pedido de concordata em um tribunal de Tóquio, de acordo com a lei local de reabilitação corporativa, informou a agência "Kyodo".
Segundo a Reuters, a companhia acumulava um total em dívidas de 2,3 trilhões de ienes ( US$ 25,4 bilhões) até o final de setembro.
A concordata é um recurso legal que empresas utilizam quando não conseguem mais pagar suas dívidas para continuar em atividade. O pedido de concordata durante o processo de falência permite manter a empresa em funcionamento. Na falência, todas as atividades da empresa são encerradas.
A companhia, de acordo com agências internacionais, continuará voando graças ao apoio de quase 1 trilhão de ienes (US$ 11 bilhões) do Enterprise Turnaround Initiative Corp of Japan (Etic), fundo apoiado por recursos do governo e voltado a resgatar empresas.

A empresa, no entanto, deverá passar por uma profunda reestruturação, incluindo a formação de um novo conselho de administração. A Japan Airlines já foi socorrida pelo governo três vezes nos últimos dez anos.
A concordata da empresa é a sexta maior "quebra" da história do Japão após a Segunda Guerra Mundial, e a mais grave já registrada por uma companhia que não pertence ao setor financeiro.
O plano de reestruturação prevê que a JAL possa voltar aos números positivos no ano fiscal de 2011. Caso a estratégia não dê certo, os bens da companhia seriam postos à venda para garantir o ressarcimento de seus credores.
Está previsto que, por conta da quebra, as ações da JAL deixem de ser negociadas. Em apenas uma semana, os títulos perderam 90% de seu valor, até alcançar uma capitalização total de apenas US$ 150 milhões.
Influências
Para analistas, são muitas as razões que levaram a companhia à situação financeira em que se encontra. A administração da empresa tem frequentemente sido criticada: um diretor executivo deixou a companhia em 2005 depois de diversas falhas de segurança prejudicarem a imagem da JAL.
Além disso, a Japan Airlines enfrentou outros problemas relacionados à aviação mundial na última década, como o atentado de 11 de setembro de 2001, a gripe aviária, o aumento dos preços dos combustíveis e a crise financeira internacional. Na opinião do mercado, a ajuda do governo é a única razão pela qual ainda não foi à falência.
Demissões
Na semana passada, a empresa anunciou que cortaria cerca de 15.600 empregos, 30% do quadro de funcionários, para o pagamento de dívidas.
O corte de empregos, superior ao previsto anteriormente, deve acontecer até abril de 2013. Ele foi definido pelo fundo de investimento estatal responsável pelo plano de recuperação da JAL.
O Etic estima que a perda operacional da JAL chegará aos 265,1 bilhões de ienes.
(Com informações da Reuters, da AFP e da EFE)
(G1, 19/01/2010)
Direção da Japan Airlines decide declarar falência
Da EFE
Tóquio, 19 jan (EFE).- Os diretores da companhia aérea japonesa Japan Airlines (JAL), a maior da Ásia, decidiram hoje declarar a falência da companhia, de acordo com a lei de Reabilitação Corporativa, segundo a agência japonesa "Kyodo".
O Governo japonês deve apresentar ainda hoje um plano de reestruturação para a companhia, com o objetivo de manter as operações da empresa. EFE
(G1, 19/01/2010)
Tóquio, 19 jan (EFE).- Os diretores da companhia aérea japonesa Japan Airlines (JAL), a maior da Ásia, decidiram hoje declarar a falência da companhia, de acordo com a lei de Reabilitação Corporativa, segundo a agência japonesa "Kyodo".
O Governo japonês deve apresentar ainda hoje um plano de reestruturação para a companhia, com o objetivo de manter as operações da empresa. EFE
(G1, 19/01/2010)
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Japan Airlines: a menos de 24 horas da bancarrota
Companhia vai declarar falência no dia em que o governo se preparava para anunciar plano de reestruturação
A Japan Airlines prepara-se para declarar estado de falência esta terça-feira, no mesmo dia em que o governo japonês ia anunciar o plano de reestruturação para a empresa, de acordo com os media daquele país.
A maior companhia aérea asiática tem uma dívida estimada em cerca de 11,5 mil milhões de euros e viu, na última semana, a sua capitalização no mercado derrapar 90% para apenas 150 milhões de dólares, o preço de um avião Boeing 747. Também as acções da Japan Airlines estão a afundar: esta segunda-feira cotam nos 5 yenes, depois de na semana passada terem estado a valer 67 yenes. Valores muito longe dos fixados há quatro meses: 180 yenes.
Tudo indica, agora, que a companhia de aviação está a menos de 24 horas da bancarrota, no momento em que o governo japonês se preparava para injectar cerca de 2,3 mil milhões de euros na empresa, assim como gerir uma linha de crédito no valor de quase 4,6 mil milhões de euros. O plano de reestruturação previa, ainda, o corte de 15 mil funcionários, quase um terço do número de pessoal, e a redução em 30% do plano de pensões.
Sobre a mesa está também a possibilidade de aliança com as norte-americanas Delta ou American Airlines. Isto porque, mesmo com um prejuízo de 977 milhões de euros só no primeiro semestre de 2009, a companhia japonesa voa para numerosas rotas do continente asiático.
(Diário IOL, 18/01/2010)
A Japan Airlines prepara-se para declarar estado de falência esta terça-feira, no mesmo dia em que o governo japonês ia anunciar o plano de reestruturação para a empresa, de acordo com os media daquele país.
A maior companhia aérea asiática tem uma dívida estimada em cerca de 11,5 mil milhões de euros e viu, na última semana, a sua capitalização no mercado derrapar 90% para apenas 150 milhões de dólares, o preço de um avião Boeing 747. Também as acções da Japan Airlines estão a afundar: esta segunda-feira cotam nos 5 yenes, depois de na semana passada terem estado a valer 67 yenes. Valores muito longe dos fixados há quatro meses: 180 yenes.
Tudo indica, agora, que a companhia de aviação está a menos de 24 horas da bancarrota, no momento em que o governo japonês se preparava para injectar cerca de 2,3 mil milhões de euros na empresa, assim como gerir uma linha de crédito no valor de quase 4,6 mil milhões de euros. O plano de reestruturação previa, ainda, o corte de 15 mil funcionários, quase um terço do número de pessoal, e a redução em 30% do plano de pensões.
Sobre a mesa está também a possibilidade de aliança com as norte-americanas Delta ou American Airlines. Isto porque, mesmo com um prejuízo de 977 milhões de euros só no primeiro semestre de 2009, a companhia japonesa voa para numerosas rotas do continente asiático.
(Diário IOL, 18/01/2010)
Volks se torna a maior acionista da Suzuki
TÓQUIO - A montadora alemã Volkswagen se transformou, na sexta-feira, na maior acionista da japonesa Suzuki Motor, com 19,9% de seu capital, ao completar a compra anunciada no mês passado.
A japonesa informou que a transferência de ações foi efetuada, como foi acertado no dia 9 de dezembro, utilizando ações que recuperou recentemente da norte-americana General Motors (GM).
A Suzuki obteve 222,480 bilhões de ienes (1,692 bilhão de euros) com a transação, pela qual vendeu 107,95 milhões de suas ações a Volkswagen, terceira maior fabricante mundial.
As duas montadoras de veículos anunciaram no em dezembro uma aliança de capital dirigida a reforçar sua presença global, especialmente nos grandes mercados emergentes da China e da Índia.
A Suzuki é a quarta maior fabricante japonesa de automóveis e terceira de motocicletas no mundo, enquanto é líder mundial no segmento de miniveículos (com motor de até 660 centímetros cúbicos).
Participação
A Suzuki tem interesse em obter uma participação na Volkswagen em breve, com a montadora alemã procurando por acionistas que queiram vender suas ações para a Suzuki, afirmou o chefe da companhia japonesa na sexta-feira. As participações cruzadas entre as duas são parte do acordo. "As ações da Volkswagen em circulação são limitadas. Estamos buscando com eles potenciais vendedores", disse Osamu Suzuki, presidente do conselho e presidente-executivo da Suzuki, durante entrevista com grupo de repórteres. "Vamos fazer desenvolvimento conjunto com eles ou aprenderemos com eles", disse a Suzuki.
(DCI, 18/01/2010)
A japonesa informou que a transferência de ações foi efetuada, como foi acertado no dia 9 de dezembro, utilizando ações que recuperou recentemente da norte-americana General Motors (GM).
A Suzuki obteve 222,480 bilhões de ienes (1,692 bilhão de euros) com a transação, pela qual vendeu 107,95 milhões de suas ações a Volkswagen, terceira maior fabricante mundial.
As duas montadoras de veículos anunciaram no em dezembro uma aliança de capital dirigida a reforçar sua presença global, especialmente nos grandes mercados emergentes da China e da Índia.
A Suzuki é a quarta maior fabricante japonesa de automóveis e terceira de motocicletas no mundo, enquanto é líder mundial no segmento de miniveículos (com motor de até 660 centímetros cúbicos).
Participação
A Suzuki tem interesse em obter uma participação na Volkswagen em breve, com a montadora alemã procurando por acionistas que queiram vender suas ações para a Suzuki, afirmou o chefe da companhia japonesa na sexta-feira. As participações cruzadas entre as duas são parte do acordo. "As ações da Volkswagen em circulação são limitadas. Estamos buscando com eles potenciais vendedores", disse Osamu Suzuki, presidente do conselho e presidente-executivo da Suzuki, durante entrevista com grupo de repórteres. "Vamos fazer desenvolvimento conjunto com eles ou aprenderemos com eles", disse a Suzuki.
(DCI, 18/01/2010)
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